Você provavelmente já se deparou com a palavra antiga usada para o zigoma em palavras cruzadas ou em textos de anatomia.
O antigo nome do zigoma é “malar” — um termo que aparece em descrições da face e em linguagem médica mais tradicional.

Por que esse nome existe?
Como ele se encaixa na anatomia do osso zigomático?
E será que ainda faz diferença em contextos clínicos e históricos?
Vamos dar uma olhada nessas questões, além da forma, das funções e das ligações do osso nas próximas partes.
Antigo nome do zigoma: significado e contexto
O termo antigo para o zigoma é direto e aparece tanto em jogos quanto em textos de anatomia.
Você vai ver de onde veio essa palavra, como ela mudou e por que ainda aparece em palavras cruzadas de vez em quando.
Definição e origem do termo malar
“Malar” é o nome antigo do zigoma, designando o osso da bochecha.
A palavra vem do latim e entrou no vocabulário médico para identificar o osso malar, ou seja, o próprio zigomático — aquele que forma a lateral da órbita ocular.
No contexto anatômico, osso malar e zigoma são usados como sinônimos.
O termo malar aparece bastante em descrições clássicas do crânio e em textos de anatomia mais antigos.
Você ainda encontra “malar” em listas de sinônimos e em dicionários.
No dia a dia, ele serve para explicar onde ficam as maçãs do rosto e a função de sustentação da face.
Evolução histórica e nomenclatura do zigoma
O nome zigoma tem raízes gregas (zygōma) e passou pelo latim antes de chegar ao uso atual.
Com o tempo, a terminologia médica foi padronizando “zigomático” ou “zigoma” em livros e nas aulas.
“Malar” ficou mais restrito a textos antigos e a alguns termos compostos, perdendo espaço para a forma moderna.
Hoje, “osso zigomático” é o termo que aparece nos manuais, enquanto “malar” surge mais em vocabulário histórico ou em descrições literárias.
A preferência por nomes de origem grega-latina acabou trazendo mais precisão.
No ensino e na prática clínica, “zigoma” é o favorito para evitar confusão.
Utilização em palavras cruzadas e enriquecimento do vocabulário
Em palavras cruzadas, a pista “antigo nome do zigoma, osso da face” geralmente pede uma resposta de 5 letras: MALAR.
É uma resposta bem comum nesses passatempos, talvez pela simplicidade e pelo fato de ser conhecida.
Resolver esse tipo de pista acaba ajudando a aprender sinônimos anatômicos e a ampliar o vocabulário.
Muita gente compartilha soluções dos utilizadores em fóruns, o que facilita encontrar alternativas.
Para quem ensina, usar pistas desse tipo faz uma ponte entre termos técnicos (como osso da face ou osso malar) e a prática lúdica.
Assim, reforça-se a memorização e o reconhecimento de variações históricas da nomenclatura.
Osso zigomático: anatomia, funções e relevância clínica
O zigoma é o responsável pela proeminência da bochecha.
Ele contribui para a órbita ocular e se conecta ao frontal, à maxila e ao osso temporal.
A anatomia dele sustenta a face, participa da mastigação e influencia procedimentos como aumento do zigoma e cirurgias como a parotidectomia superficial.
Anatomia do zigoma e estrutura facial
O osso zigomático (ou zigoma, osso da bochecha) é par e tem um formato quadrangular.
Ele apresenta três faces principais — lateral, temporal e orbital — além de dois processos: frontal e temporal.
O processo frontal se articula com o osso frontal, formando o sulco infraorbital superior.
Já o processo temporal contribui para o arco zigomático, que vai até o osso temporal e ajuda a delimitar a fossa temporal.
Na parte de baixo, o zigoma se articula com a maxila, o que influencia a projeção das maçãs do rosto.
Sua posição define parte do contorno facial e protege a margem lateral da órbita ocular.
Funções do osso zigomático e suas conexões
O zigoma serve de apoio para músculos faciais e de mastigação, como o masseter, que se liga ao arco zigomático.
Essa ligação ajuda na força da mordida e no controle da mandíbula durante a mastigação.
O osso também protege a lateral da órbita ocular e participa da formação da cavidade orbital.
Lesões no zigoma podem afetar a visão, a movimentação ocular e causar assimetria facial.
A proximidade com a maxila e o osso frontal influencia como as forças se distribuem pelo esqueleto facial.
Além disso, a relação com a glândula parótida e as estruturas vasculonervosas torna o zigoma importante em cirurgia e traumatologia.
Importância do zigoma em procedimentos clínicos
Em cirurgia estética, o aumento do zigoma pode modificar o contorno facial e devolver projeção que se perdeu após trauma ou envelhecimento.
Implantes e injeções de preenchimento precisam respeitar as projeções ósseas e a proximidade com a órbita ocular. Não dá pra ignorar esses detalhes anatômicos.
Na cirurgia de cabeça e pescoço, por exemplo, a parotidectomia superficial exige atenção extra para não danificar o arco zigomático ou o masseter.
Fraturas do zigoma, aliás, costumam precisar de redução e fixação para que a mastigação e a forma do rosto voltem ao normal.
Você deve levar em conta a anatomia orbital e as conexões com o osso frontal e a maxila antes de qualquer intervenção.
A tomografia é uma aliada para mapear fraturas, checar a posição do arco zigomático e entender a relação com a glândula parótida.

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