Serviços eróticos profissionais nas cidades balneárias já não surpreendem ninguém, pois o turismo sexual, como fenômeno de grande escala, existe há mais de 20 anos. Cerca de 70 países do mundo legalizaram a prostituição e recebem todos os anos centenas de milhares de visitantes que viajam pelo mundo exclusivamente em busca de prazeres carnais. No entanto, apesar da variedade acessível e da popularidade da indústria íntima, a política de preços varia radicalmente de um país a outro, e é melhor levar esse aspecto em conta já na etapa de escolha da região para passar as férias. E, para facilitar a escolha, os especialistas do portal Pander estudaram a política de preços dos serviços das acompanhantes nos países populares.
Argentina — o país da ampla variedade
O governo argentino é mais tolerante com a prostituição individual, ao passo que os bordéis organizados ainda são ilegais. Aliás, isso não afeta em nada a existência desse tipo de estabelecimento; o máximo que os guardiães da moral conseguiram foi que os bordéis passassem a se disfarçar, sem muito esmero, de salões de massagem, strip-bares e casas de banho públicas. Como resultado, existem bairros inteiros onde, visualmente, você não verá nem uma única placa de salão íntimo, mas, na prática, um em cada dois estabelecimentos presta serviços sexuais.

No que se refere à formação de preços, as mais representativas serão as acompanhantes de Buenos Aires, um dos balneários de ponta do país. Uma prostituta de rua comum custará ao cliente cerca de 15 a 20 dólares a hora, mas contratar esse tipo de parceira não é muito seguro. Num bordel razoável, a prostituta pedirá de 80 a 150 dólares por serviços vip, e as agências de acompanhantes de elite e os clubes fechados oferecem encontros íntimos a partir de 300 dólares a hora.
México — o país de abordagem peculiar à prostituição
Nos últimos 10 anos, o segmento erótico mexicano tornou-se, entre os turistas, até mais popular do que os bairros da Luz Vermelha holandeses, e isso se deve, em grande parte, à abordagem singular do país na regulação do mercado dos serviços comerciais. Aqui, cada estado tem sua própria legislação e suas próprias regras para a indústria íntima, graças ao que cidades vizinhas podem ter um conjunto radicalmente diferente de diversões disponíveis. Em alguns lugares, por exemplo, encontram-se prostitutas de rua, em outros funcionam bordéis 24 horas, e em outros ainda é costume conhecer alguém pela internet.
No quesito da política de preços, vale estudar os serviços sexuais de Cancún, pois ali estão reunidos praticamente todos os tipos de diversão populares. E, se os preços dos encontros com as garotas de programa de rua começam em 15 dólares americanos, num bordel razoável o cliente terá de pagar cerca de 50 dólares. No país também é difundida a prostituição masculina — por 40 minutos na companhia de um ardente machão latino será preciso desembolsar 44 a 45 dólares, e as prostitutas profissionais de salão e as moças das agências cobram não menos de 150 a 200.
Ucrânia — o país dos serviços econômicos
Diferentemente dos balneários anteriores, o governo ucraniano ainda não se decidiu pela legalização total dos serviços íntimos, mantendo a prostituição na categoria das infrações administrativas. Mas isso não afeta muito a popularidade das beldades locais — turistas estrangeiros visitam regularmente as grandes cidades em busca de encontros íntimos. As prostitutas da Ucrânia também prestam serviços pela internet — no país funcionam centenas de sites e portais de contratação à distância.
É curioso que os serviços sexuais encomendados pela internet custem um pouco menos do que os encontros presenciais. Uma acompanhante média de rua, por exemplo, pedirá de 12 a 15 dólares nos arredores a 20 a 30 dólares mais perto do centro. As prostitutas vip cobram a partir de 100 dólares a hora, e os rapazes saem às mulheres por algo entre 80 e 120 dólares.

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